Projeto ler+jovem: espaço de leitura e escrita

Reforçar um dos objetivos centrais da Biblioteca Escolar é desenvolver práticas de leitura entre os jovens, promovendo uma atitude crítica perante o que lêem e uma postura responsável  que favoreça a autonomia e as relações interpessoais.

Os alunos leram e partilharam ideias, pensamentos, experiências de vida.

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 “Ninguém é igual a ninguém…Todo o ser humano é um estranho ímpar”

                                                                                         Carlos Drummond de Andrade

                Já reparaste? Já reparaste com os ditos “estranhos ímpares” se tornam tão importantes que quando descobrimos que vão deixar de caminhar ao nosso lado todos os dias nos incomoda? Primeiro eram estranhos… Depois colegas…E a seguir aqueles com quem passamos e vivemos momentos que vamos levar para todo o sempre! E mais, ainda existem aqueles, embora sejam menos, a quem recorremos para chorar, abraçar, trocar conselhos e os mais profundos segredos…. Esses que com o passar do tempo basta uma troca de olhares e já sabem ou o que se passa ou o que precisamos.

                Os “estranhos” são algo estranho mesmo. Mas, sinceramente, que seria de mim sem alguns deles…

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               Todos à minha volta estão a fazer 18 anos. Daqui a um mês faço eu, estarei pronto?

                O que será que vai mudar? Provavelmente nada, mas é estranho. Sempre me custará deixar a idade para trás, mas esta esta está a custar demasiado.

                É um ano de mudanças, tenho medo não do que virá, mas sim do que terei de deixar para trás.

                Dizem que crescer ´é bom, mas cada vez mais questiono a veracidade dessa frase. Crescer é inevitável, agora bom? Não acredito muito.

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“Amor”

               Somos jovens e reparámos que temos tanto para amar.

                Eu encontrei o meu amor desde muito cedo. E entretanto, o tempo vai-se apressando na sua corrida e a única vontade é de travá-lo. O futuro vai parecendo muito pequeno para os nossos sonhos embora iremos realizar imensos.

                Talvez porque o que passa mesmo rápido é do melhor que há. Talvez porque esta curta passagem cá tem de ser de melhor forma aproveitada é isso que nos dá vontade de a viver.

                O amor que sentimos por alguém e, quando o expressamos, é a melhor forma de nos conhecermos verdadeiramente. E sim, há uma diferença entre quem nos alegra e quem nos faz feliz.

                                                                                                               Luís Araújo

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Fraqueza

                Somos todos fracos.

                Não importa o quão forte ou fracos somos. A fraqueza é algo que nos é intrínseco.

                Na verdade, a fraqueza é a base de uma personalidade, de uma identidade. Somos todos moldados por aquilo que nos traz mais tristeza.

                É a fraqueza que nos liga. Mostrar e aceitar a fraqueza é o que cria o amor próprio interpessoal.

                Ser forte emocionalmente é uma ilusão. É impossível ser imune à tristeza. Aquele que não mostra fraqueza também sente dor, apenas a deixa dentro de si, a crescer.

                Ninguém consegue guardar tristeza para sempre.

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Pensamento “Chorar é…”

                Chorar é um dos atos mais libertadores, é uma forma de estar, sozinha, em paz.

                Muitas vezes choro porque choro, só choro!

                O choro é como o banho: Porque me deixa calma como os banhos aos bebés. As lágrimas limpam-me o interior, da mesma forma que a água limpa o exterior.

                E é por isso que choro, porque me faz bem, não por estar necessariamente triste mas por vezes nervosa.

                Chorar é tão terapêutico quanto rir. Ambas são formas de estar em harmonia com a vida.

                                                                                                                            Clara Sequeiros

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Excerto de um poema:

“Na ampla sala de jantar das tias velhas

                O relógio tictaqueava o tempo mais devagar.

                Ah o horror da felicidade que não se conheceu

                Por se ter conhecido sem conhecer,

                O horror do que foi porque o que esta aqui.

                Chá com torradas na província de outrora

                Em quantas cidades me tens sido memória e choro!

                Eternamente criança,

                Eternamente abandonado,

                Desde que o chá e as torradas me faltaram no coração.”

                                                                                                                Álvaro de Campos

                Por vezes, os meus pensamentos aproximam-se dos do poeta Álvaro de Campos. Heterónimo de Fernando Pessoa.

             Viajo na minha mente e nas minhas memórias que a compõe e um sentimento de desconsolo instala-se em mim. De facto, é completamente inesquecível vivenciar novamente o passado e, assim sendo, dói perceber que fui feliz enquanto criança sem ter perceção disso naqueles tempos. A despreocupação, a inocência e a pura felicidade da minha doce infância deixaram apenas um rasto de extrema saudade difícil de amenizar.

             Vou, então, aceitar que amadureci e que as preocupações que se prendem a mim agora, são as que me possibilitarão alcançar os objetivos que tenho definidos e, talvez a felicidade de igual nível à que sentia na minha doce infância.

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“Segue o teu destino”

Segue o teu destino,

Rega as tuas plantas,

Ama as tuas rosas.

O resto é a sombra

De árvores alheias.

                                 Álvaro de Campos

Escolhi a primeira estrofe deste poema do heterónimo de Fernando Pessoa, porque me chamou à atenção não só por serem versos lindos, mas porque o poeta ao escrever o poema, escreve-o na intenção de dar conselhos aos leitores.

No primeiro verso convida-nos a cuidar de nós mesmos  e seguir o caminho do destino, o caminho traçado, mas que podemos alterar.

Temos que amar o que temos e esquecer as “árvores alheias” que representam os problemas e o sofrimento.

Eu acho que este conselho é bastante pertinente, porque as pessoas às vezes preocupam-se demasiado com outras coisas, e esquecem-se de preservar o que há de bom.

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A ESCRITORA PORTUGUESA – Agustina Bessa-Luís

Agustina Bessa-Luís era o nome literário de Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa.

Nasceu em Vila Meã, Amarante, a 15 de outubro de 1922 e desde muito cedo interessou –se pela literatura.

Um dos maiores nomes da literatura nacional. Agustina Bessa-Luís publicou dezenas de livros, visitando ao longo da sua carreira diferentes géneros literários, como romances, contos, peças teatrais, livros infantis e até crónicas.

Entre 1990 e 1993 foi diretora do Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa.agustinab

Devido à sua vasta obra e à importância que a mesma imprimiu à literatura nacional, Agustina foi agraciada com inúmeros prémios, como o Prémio Eça de Queirós (1954), Prémio Nacional de Novelística (1967), Prémio D. Diniz (1981) Grande Prémio Romance e Novela (1983 e 2001), Prémio Camões (2004).

Foi igualmente distinguida com a Ordem de Santiago da Espada (1980) e Officier de l’Ordre des Arts e des Lettres, atribuído pelo governo francês (1989).

Agustina Bessa-Luís morre a 3 de junho de 2019.

A história de Ulisses – sugestão de leitura.

Aqui fica o resumo da aventura de Ulisses, da Maria Alberta Menéres:
  Ulisses era o rei de uma pequena ilha grega, chamada Ítaca, onde vivia com a sua esposa Penélope e o filho pequenino, Telémaco.
Um dia, a rainha grega Helena foi raptada pelo príncipe Páris, que a levou para Tróia, o que fez não agradou nada aos gregos. Estes resolveram salvá-la e pediram ajuda a Ulisses. Este, que não era nada amigo de violência, para evitar ir para a guerra, fez-se de louco. Contudo, os gregos já o conheciam e o plano não deu certo, acabando por acompanhá-los para combaterem em Tróia.
Dez anos durou a guerra contra os Troianos…e os gregos já estavam  saudosos das suas famílias, então tiveram uma ideia genial: construir um cavalo de madeira enorme, para se meterem lá dentro e deixarem-no à porta da cidade de Tróia. Contavam que os Troianos pensassem que tinham desistido e que tinham deixado a oferenda em sinal de respeito e batido em retirada, e que assim, o levassem para dentro. Dito e feito, o plano resultou e durante a noite, após festejos dos Troianos, os gregos saíram do cavalo e tomaram a cidade, salvando assim a sua rainha.
Quando foram para os barcos, para voltarem a casa, foram apanhados por uma corrente  que os levou até Ciclópia, ilhas onde viviam ciclopes. Aí depararam-se com um destes seres gigantes , de seu nome Polifemo. Polifemo comeu alguns dos gregos até se cansar. Quando resolveu descansar, Ulisses foi ter ele, oferecendo-lhe vinho. Polifemo perguntou o nome a Ulisses, ao que ele respondeu Ninguém. O ciclope acabou por adormecer e Ulisses com os companheiros aproveitaram e espetaram um tronco no olho dele. Com isto, Polifemo acordou aos gritos de dor, possibilitando assim a fuga do herói com os amigos.
De novo no mar, foram parar a Éolia, terra de Eolo, rei dos ventos. Este ofereceu-lhes um saco com ventos furiosos, deixando de fora Zéfiro, uma brisa suave, e pediu a Ulisses que não abrisse o saco nem mostrasse a ninguém. Porém, os companheiros abriram-no e soltaram uma tempestade. Lá voltaram a Éolia, arranjaram um barco e foram embora.
Desta vez foram parar a outra ilha, de uma feiticeira – Circe. Enquanto passeavam pela ilha, os marinheiros foram transformados em porcos pela feiticeira. Andava Ulisses à procura deles, quando aparece Minerva, a sua deusa protectora, que lhe deu a erva da vida.
Finalmente Circe e Ulisses encontram-se e ela dá-lhe um licor, para também o transformar em porco, mas o feitiço não funciona. Passado algum tempo, Circe, apaixonada por Ulisses, desiste e deixa-o partir, transformando os companheiros em gente outra vez. Ela diz ao herói que vá até à ilha dos Infernos, procurar o profeta Tirésias, que saberia dar-lhe notícias de Ítaca.
Chegado à ilha, Ulisses vê a alma da mãe, que lhe dá as novidades que tanto ansiava. Depois, falou com Tirésias, que confirmou o que a mãe havia dito, que não o agradou de todo. Já havia pretendentes de volta da sua esposa.
De volta aos barcos, entram no mar das sereias… os companheiros enchem os ouvidos de cera, para não se deixarem encantar pelo canto das sereias, mas Ulisses resolve prender-se ao mastro. As sereias imitam a voz de Penélope e o herói deixa-se enganar, tentando soltar-se.
Apesar de tudo, conseguem escapar, indo parar a Córcira, a terra dos Feácios. O rei deste sítio dá-lhe um barco novo e mais marinheiros. Ulisses adormece e quando chega a terra, pensa estar longe de casa, mais uma vez. Minerva diz-lhe que está em Ítaca e transforma-o num mendigo. Acaba por encontrar o filho e emocionam-se os dois. Mas tinha de resolver o problema dos pretendentes a trono, devido à sua ausência. Pai e filho combinam um plano. Ulisses iria lutar contra os pretendentes… e fê-lo, ganhando a todos.
A paz e harmonia voltam à família de UlissesAqui fica o resumo da aventura de Ulisses, da Maria Alberta Menéres:
Ulisses era o rei de uma pequena ilha grega, chamada Ítaca, onde vivia com a sua esposa Penélope e o filho pequenino, Telémaco.
Um dia, a rainha grega Helena foi raptada pelo príncipe Páris, que a levou para Tróia, o que fez não agradou nada aos gregos. Estes resolveram salvá-la e pediram ajuda a Ulisses. Este, que não era nada amigo de violência, para evitar ir para a guerra, fez-se de louco. Contudo, os gregos já o conheciam e o plano não deu certo, acabando por acompanhá-los para combaterem em Tróia.
Dez anos durou a guerra contra os Troianos…e os gregos já estavam  saudosos das suas famílias, então tiveram uma ideia genial: construir um cavalo de madeira enorme, para se meterem lá dentro e deixarem-no à porta da cidade de Tróia. Contavam que os Troianos pensassem que tinham desistido e que tinham deixado a oferenda em sinal de respeito e batido em retirada, e que assim, o levassem para dentro. Dito e feito, o plano resultou e durante a noite, após festejos dos Troianos, os gregos saíram do cavalo e tomaram a cidade, salvando assim a sua rainha.
Quando foram para os barcos, para voltarem a casa, foram apanhados por uma corrente  que os levou até Ciclópia, ilhas onde viviam ciclopes. Aí depararam-se com um destes seres gigantes , de seu nome Polifemo. Polifemo comeu alguns dos gregos até se cansar. Quando resolveu descansar, Ulisses foi ter ele, oferecendo-lhe vinho. Polifemo perguntou o nome a Ulisses, ao que ele respondeu Ninguém. O ciclope acabou por adormecer e Ulisses com os companheiros aproveitaram e espetaram um tronco no olho dele. Com isto, Polifemo acordou aos gritos de dor, possibilitando assim a fuga do herói com os amigos.
De novo no mar, foram parar a Éolia, terra de Eolo, rei dos ventos. Este ofereceu-lhes um saco com ventos furiosos, deixando de fora Zéfiro, uma brisa suave, e pediu a Ulisses que não abrisse o saco nem mostrasse a ninguém. Porém, os companheiros abriram-no e soltaram uma tempestade. Lá voltaram a Éolia, arranjaram um barco e foram embora.
Desta vez foram parar a outra ilha, de uma feiticeira – Circe. Enquanto passeavam pela ilha, os marinheiros foram transformados em porcos pela feiticeira. Andava Ulisses à procura deles, quando aparece Minerva, a sua deusa protectora, que lhe deu a erva da vida.
Finalmente Circe e Ulisses encontram-se e ela dá-lhe um licor, para também o transformar em porco, mas o feitiço não funciona. Passado algum tempo, Circe, apaixonada por Ulisses, desiste e deixa-o partir, transformando os companheiros em gente outra vez. Ela diz ao herói que vá até à ilha dos Infernos, procurar o profeta Tirésias, que saberia dar-lhe notícias de Ítaca.
Chegado à ilha, Ulisses vê a alma da mãe, que lhe dá as novidades que tanto ansiava. Depois, falou com Tirésias, que confirmou o que a mãe havia dito, que não o agradou de todo. Já havia pretendentes de volta da sua esposa.
De volta aos barcos, entram no mar das sereias… os companheiros enchem os ouvidos de cera, para não se deixarem encantar pelo canto das sereias, mas Ulisses resolve prender-se ao mastro. As sereias imitam a voz de Penélope e o herói deixa-se enganar, tentando soltar-se.
Apesar de tudo, conseguem escapar, indo parar a Córcira, a terra dos Feácios. O rei deste sítio dá-lhe um barco novo e mais marinheiros. Ulisses adormece e quando chega a terra, pensa estar longe de casa, mais uma vez. Minerva diz-lhe que está em Ítaca e transforma-o num mendigo. Acaba por encontrar o filho e emocionam-se os dois. Mas tinha de resolver o problema dos pretendentes a trono, devido à sua ausência. Pai e filho combinam um plano. Ulisses iria lutar contra os pretendentes… e fê-lo, ganhando a todos.
A paz e harmonia voltam à família de Ulisses.Aqui fica o resumo da aventura de Ulisses, da Maria Alberta Menéres:
Ulisses era o rei de uma pequena ilha grega, chamada Ítaca, onde vivia com a sua esposa Penélope e o filho pequenino, Telémaco.
Um dia, a rainha grega Helena foi raptada pelo príncipe Páris, que a levou para Tróia, o que fez não agradou nada aos gregos. Estes resolveram salvá-la e pediram ajuda a Ulisses. Este, que não era nada amigo de violência, para evitar ir para a guerra, fez-se de louco. Contudo, os gregos já o conheciam e o plano não deu certo, acabando por acompanhá-los para combaterem em Tróia.
Dez anos durou a guerra contra os Troianos…e os gregos já estavam  saudosos das suas famílias, então tiveram uma ideia genial: construir um cavalo de madeira enorme, para se meterem lá dentro e deixarem-no à porta da cidade de Tróia. Contavam que os Troianos pensassem que tinham desistido e que tinham deixado a oferenda em sinal de respeito e batido em retirada, e que assim, o levassem para dentro. Dito e feito, o plano resultou e durante a noite, após festejos dos Troianos, os gregos saíram do cavalo e tomaram a cidade, salvando assim a sua rainha.
Quando foram para os barcos, para voltarem a casa, foram apanhados por uma corrente  que os levou até Ciclópia, ilhas onde viviam ciclopes. Aí depararam-se com um destes seres gigantes , de seu nome Polifemo. Polifemo comeu alguns dos gregos até se cansar. Quando resolveu descansar, Ulisses foi ter ele, oferecendo-lhe vinho. Polifemo perguntou o nome a Ulisses, ao que ele respondeu Ninguém. O ciclope acabou por adormecer e Ulisses com os companheiros aproveitaram e espetaram um tronco no olho dele. Com isto, Polifemo acordou aos gritos de dor, possibilitando assim a fuga do herói com os amigos.
De novo no mar, foram parar a Éolia, terra de Eolo, rei dos ventos. Este ofereceu-lhes um saco com ventos furiosos, deixando de fora Zéfiro, uma brisa suave, e pediu a Ulisses que não abrisse o saco nem mostrasse a ninguém. Porém, os companheiros abriram-no e soltaram uma tempestade. Lá voltaram a Éolia, arranjaram um barco e foram embora.
Desta vez foram parar a outra ilha, de uma feiticeira – Circe. Enquanto passeavam pela ilha, os marinheiros foram transformados em porcos pela feiticeira. Andava Ulisses à procura deles, quando aparece Minerva, a sua deusa protectora, que lhe deu a erva da vida.
Finalmente Circe e Ulisses encontram-se e ela dá-lhe um licor, para também o transformar em porco, mas o feitiço não funciona. Passado algum tempo, Circe, apaixonada por Ulisses, desiste e deixa-o partir, transformando os companheiros em gente outra vez. Ela diz ao herói que vá até à ilha dos Infernos, procurar o profeta Tirésias, que saberia dar-lhe notícias de Ítaca.
Chegado à ilha, Ulisses vê a alma da mãe, que lhe dá as novidades que tanto ansiava. Depois, falou com Tirésias, que confirmou o que a mãe havia dito, que não o agradou de todo. Já havia pretendentes de volta da sua esposa.
De volta aos barcos, entram no mar das sereias… os companheiros enchem os ouvidos de cera, para não se deixarem encantar pelo canto das sereias, mas Ulisses resolve prender-se ao mastro. As sereias imitam a voz de Penélope e o herói deixa-se enganar, tentando soltar-se.
Apesar de tudo, conseguem escapar, indo parar a Córcira, a terra dos Feácios. O rei deste sítio dá-lhe um barco novo e mais marinheiros. Ulisses adormece e quando chega a terra, pensa estar longe de casa, mais uma vez. Minerva diz-lhe que está em Ítaca e transforma-o num mendigo. Acaba por encontrar o filho e emocionam-se os dois. Mas tinha de resolver o problema dos pretendentes a trono, devido à sua ausência. Pai e filho combinam um plano. Ulisses iria lutar contra os pretendentes… e fê-lo, ganhando a todos.
A paz e harmonia voltam à família de Ulisses.

Oliver Twist Contado aos jovens de Charles Dickens

                         SINOPSE

Oliver Twist é o livro mais famoso de Charles Dickens. Passa-se nas ruas de Londres no século XIX. Há fome, há miséria, há violência. Século XIX? Isso já foi há muito tempo! Pois foi, mas ainda há muita gente a viver assim.
E quem é este Oliver? É um menino órfão, que vive num orfanato onde as crianças eram maltratadas. Mas consegue fugir e vai trabalhar como aprendiz de um cangalheiro, até que parte para Londres. Nas ruas londrinas, Oliver conhece Fagin, chefe de um grupo de carteiristas, e tudo fará para sobreviver num mundo desumano. Apesar da delinquência, também há espaço para a amizade e para a esperança. Afinal… nem tudo parece perdido.
Conhece as aventuras e desventuras de Oliver Twist e viver todas as peripécias que ele viveu! É uma das melhores histórias da literatura.
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